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Anecra critica OE2027 e aponta desilusão para o setor automotivo

Associação destaca preocupações com emissões e sinistralidade de veículos antigos.

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PORFÍRIO/OBSERVADOR

A Anecra expressou sua insatisfação em relação ao Orçamento do Estado para 2027, classificando-o como uma "desilusão" para o setor automotivo. A associação enfatiza que existem 1,8 milhões de veículos com mais de 20 anos em circulação, o que pode ter um impacto significativo nas emissões de poluentes e na sinistralidade no trânsito.

Preocupações com emissões

A Anecra alerta que o elevado número de automóveis antigos está diretamente relacionado ao aumento das emissões de gases poluentes. Veículos mais velhos tendem a ser menos eficientes em termos de consumo de combustível e, consequentemente, contribuem mais para a degradação ambiental. A associação enfatiza a necessidade urgente de abordar essa questão por meio de políticas mais eficazes.

Sinistralidade em alta

Além das preocupações ambientais, a Anecra também destaca o aumento dos acidentes de trânsito associados a veículos antigos. A associação aponta que a falta de tecnologia de segurança nos automóveis mais velhos pode resultar em uma maior taxa de sinistralidade, colocando em risco não apenas os motoristas, mas também os pedestres e demais usuários das vias.

Demandas por mudanças na tributação

Diante desse cenário, a Anecra exige mudanças estruturais na tributação que incide sobre o setor automotivo. A associação acredita que é fundamental promover incentivos para a renovação da frota, de modo a reduzir tanto as emissões quanto os índices de sinistralidade. Tais alterações são vistas como necessárias para modernizar o parque automotivo e garantir um trânsito mais seguro e sustentável.