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Polo de arqueologia de 1,2 milhões será construído em Viana do Castelo

Novo espaço atenderá os 10 municípios do Alto Minho e deve ser concluído até 2028.

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Polo de arqueologia de 1,2 milhões vai nascer em viana do castelo para servir o alto minho

O presidente da Câmara de Viana do Castelo anunciou a construção de um polo de arqueologia na cidade, com um investimento superior a 1,2 milhões de euros. A expectativa é que a obra, que servirá os dez concelhos do Alto Minho, seja concluída até o início de 2028.

Desafio regional e parceria

Luís Nobre destacou que a criação do polo representa um desafio proposto pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), visando integrar a rede de polos arqueológicos da região. O autarca, que se manifestou durante o evento "Polo Arqueológico do Alto Minho: Estrutura, Rede e Território", ressaltou a confiança da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM) em Viana do Castelo para liderar esse projeto conjunto.

Localização e financiamento

A nova estrutura será instalada em um edifício cedido pela Câmara Municipal, localizado na Praia Norte. A obra será financiada através do programa comunitário Norte 2030, em parceria com a CCDR-N e a CIM Alto Minho.

Objetivos do polo

Segundo Luís Nobre, o polo de arqueologia proporcionará um espaço de investigação não apenas para os municípios, mas também para os cidadãos do Alto Minho. O objetivo é que todos possam interpretar e valorizar os achados arqueológicos da região, transformando-os em um ativo de conhecimento e atratividade.

O projeto busca garantir condições adequadas para depósito, inventário, preservação, digitalização e gestão de materiais resultantes de intervenções arqueológicas. O autarca enfatizou a responsabilidade que o município assume ao abranger todo o Alto Minho e ao cuidar dos patrimônios arqueológicos.

Além disso, o novo polo visa promover a qualificação dos serviços de arqueologia locais, a geração de conhecimento sobre o território e a integração de tecnologias digitais na divulgação do patrimônio arqueológico. A recuperação e requalificação do edifício existente também estão nos planos, com adaptações necessárias para atender às novas funções.