Como recuperar joias roubadas com a Polícia Civil de SP
São Paulo -SP

Como recuperar joias roubadas com a Polícia Civil de SP

Colab SP setembro 14, 2026 2 min read

Quem teve a aliança ou outras joias roubadas pode buscar a Polícia Civil de São Paulo para tentar identificar e recuperar os objetos. As joias apreendidas são mantidas sob custódia policial até que a sentença transite em julgado. Se não forem reclamadas, elas são leiloadas.

Atendimento na capital paulista

Na capital, o atendimento para casos de roubo pode ser feito na sede do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), localizada na Avenida Zaki Narchi, 152, na zona norte. Os interessados também podem entrar em contato pelo telefone nos números 11 2224-0741 ou 11 2224-0388, ou ainda pelo e-mail 3dig.deic@policiacivil.sp.gov.br.

Delegacias em outras cidades

Em outras localidades do estado, as delegacias locais podem armazenar alianças e joias apreendidas durante operações. Esses objetos podem ser encaminhados às delegacias seccionais próximas, onde passarão por perícia técnica do Instituto de Criminalística.

Comprovando a propriedade da joia

Para comprovar a posse da joia, o ideal é apresentar a nota fiscal da compra. Entretanto, a delegacia aceita outras formas de evidência, como uma fotografia usando a peça, publicações em redes sociais, comprovantes de transferência ou extratos bancários que comprovem a compra.

Embora o boletim de ocorrência da subtração seja importante, ele não é obrigatório. A falta do registro deve ser justificada de forma excepcional.

No atendimento na delegacia, a vítima contará como perdeu o objeto e apresentará as evidências de propriedade. Em seguida, será realizado o auto de reconhecimento do objeto, formalizando a identificação da peça, seguido da perícia. Somente após esses passos a joia será devolvida.

As joias apreendidas são mantidas pela polícia até que a sentença transite em julgado, e após esse prazo, as peças são leiloadas. Caso a aliança tenha sido derretida, não será possível o reconhecimento, uma vez que o processo elimina marcas que poderiam identificar a peça.

Fernando David, delegado titular da 3ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Fraudes Financeiras e Econômicas do Deic, ressalta que "a lógica dos roubadores, conectados a receptadores e donos de loja, faz com que o derretimento ocorra quase imediatamente, descaracterizando a joia e impedindo seu reconhecimento."

Com informações de Sp

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