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Chega critica proposta de limitar comissões de inquérito e pede agilidade em investigação

Partido exige a imediata abertura de inquérito ao ministro Luís Neves após proposta do presidente da Assembleia.

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O partido Chega expressou seu descontentamento em relação à proposta do presidente da Assembleia da República, que sugere limitar a apenas duas o número de comissões parlamentares de inquérito que podem operar simultaneamente. A manifestação ocorreu em Lisboa, onde a legenda também demandou a abertura imediata de um inquérito relacionado ao ministro Luís Neves.

Repúdio à proposta

Em uma declaração pública, o Chega manifestou seu 'repúdio' pela intenção de limitar as comissões. O partido considera que tal medida pode restringir a capacidade de investigação e o funcionamento do Parlamento. Os membros do Chega enfatizaram que a transparência e a accountability são fundamentais em um sistema democrático.

Exigência de investigação

Além de criticar a proposta, o Chega exigiu que o inquérito ao ministro Luís Neves seja iniciado imediatamente. A pressão do partido surge em um contexto onde a atuação do governo e de seus representantes está sob escrutínio, e a necessidade de investigações parlamentares se torna cada vez mais relevante para a manutenção da confiança pública.

Próximos passos

A proposta do presidente da Assembleia ainda será debatida e poderá enfrentar resistência de outros partidos que defendem a manutenção do número atual de comissões de inquérito. O Chega promete continuar a pressionar por uma investigação robusta sobre Luís Neves, enquanto o cenário político continua a evoluir.

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