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Universidade de Coimbra discute uso de IA e seus riscos na educação
Vice-reitora Patrícia Pereira da Silva aborda custos e desafios da inteligência artificial nas universidades.

A inteligência artificial (IA) já é uma realidade nas universidades, mas a Universidade de Coimbra levanta questões sobre os custos e riscos associados ao seu uso. Patrícia Pereira da Silva, vice-reitora da instituição, conversou com a 'Executive Digest' e destacou a importância de refletir sobre a dependência crescente dessas tecnologias e a necessidade de um uso crítico.
O custo da inteligência artificial
Durante a entrevista, Patrícia Pereira da Silva apontou que a implementação de ferramentas de IA nas instituições de ensino superior envolve custos significativos. Ela enfatizou que, embora a IA possa trazer benefícios, é crucial entender que “também não há IA sem água”, ressaltando a necessidade de recursos e infraestrutura adequados para o seu funcionamento.
Desafios e riscos do uso da IA
A vice-reitora fez um alerta sobre o risco de se tornar dependente dessas ferramentas sem um entendimento adequado de suas limitações. Segundo ela, é essencial que os usuários aprendam a discernir quando confiar e quando desconfiar dos resultados gerados pela IA. Isso é fundamental para evitar a desinformação e a má interpretação dos dados.
A discussão sobre o uso responsável da IA nas universidades é cada vez mais relevante, à medida que essas tecnologias se tornam parte integrante do processo educacional. A Universidade de Coimbra, ao abordar essas questões, busca promover uma reflexão crítica sobre como a IA pode ser utilizada de forma ética e eficaz.







