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Novo diretor da PSP promete uma polícia mais próxima da população
Superintendente-chefe Pedro Moura delineia compromissos para transformar a instituição.

O superintendente-chefe Pedro Moura, empossado como novo diretor nacional da PSP, anunciou sua intenção de transformar a Polícia de Segurança Pública em uma "organização inteligente" que se aproxime de todos os cidadãos, tanto portugueses quanto estrangeiros residentes em Portugal. A cerimônia de posse ocorreu no Ministério da Administração Interna e contou com a presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro.
Compromissos estratégicos
Durante seu discurso, Moura destacou cinco compromissos estratégicos que guiarão sua gestão. O primeiro deles se refere ao reconhecimento e valorização dos profissionais da PSP. "Valorizar os nossos profissionais significa investir na sua formação contínua, garantindo que possuem as ferramentas intelectuais e operacionais para lidar com as novas formas de criminalidade", afirmou.
Ele enfatizou que é fundamental cuidar da saúde e do bem-estar dos membros da corporação, assegurando que se sintam protegidos pela própria instituição. Para Moura, isso inclui reforçar o apoio social, rever as condições de trabalho e promover uma cultura de liderança baseada na integridade e no mérito.
Transformação e agilidade
O segundo compromisso foca na transformação da PSP em uma organização mais ágil, com simplificação de processos e digitalização. Moura também abordou a necessidade de reorganizar os recursos policiais para atender às novas dinâmicas populacionais e urbanas, garantindo uma resposta operacional rápida e adequada.
Outro ponto destacado foi a intenção de tornar a PSP "a polícia de todos", enfatizando a inclusão de cidadãos de diversas origens. "A nossa capacidade de acolher com segurança é um dos nossos maiores ativos estratégicos", ressaltou, prometendo que a PSP trabalhará para que todos se sintam seguros nas ruas.
Continuidade das mudanças
Por fim, Moura destacou a importância da continuidade nas transformações propostas, afirmando que as mudanças não devem ser efêmeras. Ele pretende estabelecer um modelo de governança que assegure que os investimentos e as modificações estruturais perdurem além de seu mandato, visando um crescimento sustentável até 2030.
Com uma carreira marcada por cargos de destaque, Moura assume a direção da PSP como o terceiro diretor nacional em três anos, sucedendo Luís Carrilho, que ocupou o cargo desde maio de 2024.







