São Paulo -SP
Polícia de SP realiza operação e prende sete suspeitos de furtos a residências
A Operação Chave Mestra mira uma quadrilha que atuava em diversos municípios do estado.

Nesta quinta-feira (8), a Polícia Civil de São Paulo prendeu sete pessoas suspeitas de fazer parte de uma quadrilha especializada em furtos a residências. A ação, batizada de Operação Chave Mestra, foi conduzida pelo 42º Distrito Policial, localizado no Parque São Lucas, na zona leste da capital paulista, e é fruto de uma investigação que identificou 11 integrantes do grupo.
Desdobramentos da operação
Durante a operação, os agentes de segurança apreenderam diversos itens, incluindo celulares, documentos, joias e outros objetos que podem ter sido subtraídos das vítimas. A ação resultou na expedição de mandados de prisão e em 27 ordens de busca e apreensão.
Método de Ação da Quadrilha
De acordo com o delegado titular do 42º DP, Alexandre Bento, a quadrilha realizava um estudo prévio dos imóveis antes de efetuar os furtos. Os membros do grupo selecionavam as residências e planeavam a entrada nos locais, dividindo-se em equipes que atuavam de maneira coordenada. "Identificamos 11 participantes. Nem sempre todos atuavam em uma mesma ocorrência. Eles se dividiam, mas certamente conversavam entre si para organizar a dinâmica do crime", detalhou o delegado.
As investigações já confirmaram a participação do grupo em pelo menos sete furtos, sendo cinco deles na cidade de São Paulo, além de um em Americana e outro em Jundiaí.
Foco nas Investigações
As prisões foram efetuadas principalmente na zona leste da capital, onde a maioria dos mandados de busca e apreensão foi cumprida. Outros dois endereços em municípios da Grande São Paulo também foram alvo da operação.
Um dos pontos centrais da investigação envolve uma empresa de compra e venda de ouro, suspeita de receber objetos furtados e de financiar as atividades criminosas. A Polícia Civil segue apurando a relação do estabelecimento com o esquema.
Os detidos foram levados ao 42º Distrito Policial e estão à disposição da Justiça. Os demais investigados que possuem mandados de prisão em aberto são considerados foragidos. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e avaliar a participação do grupo em novos crimes.
Com informações de Sp







