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Estudo revela que viajantes ainda preferem reservar pessoalmente apesar da IA

Embora 62% reconheçam a ajuda da inteligência artificial, 86% optam por reservas diretas.

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Foto: sapo.pt

Um estudo da consultoria McKinsey revela que 62% dos viajantes acreditam que as ferramentas de inteligência artificial (IA) têm facilitado o planejamento de suas viagens. No entanto, uma grande maioria, representando 86% dos entrevistados, prefere realizar a reserva final em pessoa, demonstrando uma clara preferência por interações humanas nesse processo.

Preferência por reservas pessoais

O estudo destaca um contraste interessante entre a adoção de tecnologia e a experiência pessoal. Embora muitos viajantes reconheçam os benefícios que a IA pode oferecer, como a automação de tarefas e a personalização de sugestões, a decisão final de reservar voos ou hotéis ainda é frequentemente realizada de forma tradicional.

Cimeira do setor de turismo

O tema da adoção da tecnologia no turismo, incluindo a IA, está em destaque na cimeira do Dia Mundial do Turismo, que ocorre nesta segunda-feira. O evento busca discutir como a agenda digital e o uso da inteligência artificial podem contribuir para a transformação do setor, abordando tanto os desafios quanto as oportunidades que estas tecnologias apresentam.

Esse cenário evidencia a necessidade de um equilíbrio entre a tecnologia e o toque humano, que muitos viajantes ainda valorizam. À medida que o setor avança, será crucial entender como integrar essas duas abordagens de forma a melhorar a experiência do cliente.

A crescente presença da inteligência artificial no setor de turismo pode, eventualmente, levar a uma mudança nas preferências dos viajantes. Contudo, até que essa transição ocorra, a interação pessoal nas reservas permanece uma prática amplamente valorizada.