A Autoridade Marítima Nacional (AMN) reportou 22 mortes nas praias portuguesas durante os quatro meses da época balnear, que se estendeu de 1º de maio a 31 de agosto. Dentre estas fatalidades, duas ocorreram na região do Minho. O balanço, divulgado nesta terça-feira, também incluiu 1.285 salvamentos e 2.359 ações de primeiros-socorros.
Causas das mortes
De acordo com o relatório da AMN, do total de mortes, 12 foram atribuídas a afogamentos. Dentre estas, três foram em praias marítimas que contavam com vigilância. Além disso, cinco ocorreram em praias não vigiadas e duas em áreas fora da época balnear, também sem supervisão no momento dos acidentes. Outras duas mortes ocorreram em zonas marítimas não vigiadas.
No que diz respeito a causas não relacionadas com afogamentos, houve nove mortes por doenças súbitas, sendo quatro em praias vigiadas, três em áreas não vigiadas e duas em praias fora da época balnear. A AMN ainda registrou uma morte de causa desconhecida em uma praia marítima vigiada.
Ocorrências em agosto
Em agosto, foram registrados quatro casos de mortes, sendo que três deles se devem a doenças súbitas, conforme informou a AMN. A entidade também mencionou que um banhista está desaparecido desde 28 de agosto, na Praia da Ursa, localizada no concelho de Sintra, no distrito de Lisboa.
As mortes em praias vigiadas ocorreram nas praias do Peneco e de São Rafael, ambas em Portimão, e na praia do Ourigo, no Douro. Já os óbitos relacionados a doenças súbitas foram na praia da Califórnia, em Sesimbra, nas Pedrinhas, em Esposende, na Figueirinha, em Setúbal, e no Tarquínio, na Costa da Caparica.
Acidentes em áreas não vigiadas
Os acidentes fatais em praias não vigiadas incluíram um caso de doença súbita e outro de afogamento na Lagoa de Albufeira Interior, em Setúbal, além de duas fatalidades em Azenhas do Guadiana, em Mértola. Outros incidentes ocorreram na Ilha Morraceira de Lanhelas, na Praia de Porto Dinheiro, em Peniche, e nas praias do Cabeço, em Vila Real de Santo António, e de São Torpes Sul, em Sines.
Fora da época balnear, mortes por doenças súbitas foram registradas nas praias do Molhe Leste, em Peniche, e do Ourigo, no Douro, enquanto afogamentos ocorreram nas praias do Dragão Vermelho, em Almada, e de Bitetos, no Douro. Além disso, a AMN registrou dois afogamentos em áreas não vigiadas no rio Douro.











