Música

Victor Cronos vira vampiro em produção de Halloween na Europa e leva performance inédita à Alemanha

Após subir ao palco da São Paulo Fashion Week, Victor Cronos apostou em uma transformação vampiresca para uma apresentação especial de Halloween em Düsseldorf, na Alemanha, neste sábado, 31 de outubro.

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Ao lado dos amigos Gabriel e Máximo, o cantor brasileiro criou personagens inspirados no cinema de terror, com figurinos, maquiagem e uma produção visual que mistura moda e ficção. Para a ocasião, também preparou um repertório autoral com uma composição inédita.

O convite partiu do empresário Tim, que conheceu o trabalho de Cronos pela internet. A aproximação rendeu uma primeira apresentação em Budapeste, na Hungria, durante o verão europeu. Desta vez, o artista foi convidado para uma festa privada em Düsseldorf, que também celebrou o aniversário do anfitrião e reuniu quatro atrações musicais de estilos diferentes.

A pedido da organização, Victor desenvolveu um show com atenção especial à voz e à interpretação, explorando uma proposta diferente de suas apresentações anteriores. “É um formato particular dentro da minha trajetória e uma maneira de mostrar outra dimensão do meu trabalho”, contou o cantor.

Batizado de The Three Vampires, o projeto criado por Victor, Gabriel e Máximo ganhou uma história fictícia que mistura terror, humor ácido e provocação. Na trama, Gabriel é o primeiro a se transformar em vampiro. Após retornar de uma corrida coberto de sangue, ele surpreende os amigos com uma resposta inesperada: “I just had a snack”. Victor é o próximo a se transformar, enquanto Máximo completa o trio durante um misterioso jantar à luz de velas.

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“Assim nasceu nossa pequena família de monstros: três vampiros progressistas, enviados por Lúcifer para desafiar a velha ordem. O figurino e a maquiagem dão corpo a essa mitologia, entre o glamour sombrio e o absurdo”, brincou Cronos.

A história também inspirou uma produção visual comandada por Gabriel, à frente da produtora Barbatana, com a colaboração de um fotógrafo indiano e uma maquiadora. O projeto foi dividido em duas frentes: registros documentais da preparação no hotel, dos bastidores e da apresentação, além de um ensaio editorial com estética cinematográfica de terror. Entre os materiais estão imagens dos personagens Pinky e Angel, apresentados em capas fictícias de revista que remetem às publicações clássicas do gênero.

“O que mais me interessa é essa fronteira entre realidade e ficção: mostrar não só o resultado, mas a construção de uma identidade artística. Queremos contar uma história em imagens e talvez deixar o público sem saber exatamente onde termina Victor e começa o vampiro”, afirmou.

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